Salgueiro à borda de água, dá-lhe o vento, balanceia.
Quem tem amores na terra, pela porta lhes passeia.
Um abraço é pouco, dois é conta certa.
Dá-me cá mais outro, ora aperta-aperta!
Um abracinho bem apertado, meu amorzinho, não é pecado.
Não é pecado, não é não-não. Um abracinho do coração!